sábado, 30 de agosto de 2008

Vestígios da História


Júlio César, um dos mais poderosos imperadores romanos, amou Cleópatra, por ela foi traído. Termina assassinado por seu próprio filho, Brutus. De que lhe serviu tanto poder se não controlou seu próprio destino?

8 comentários:

VANUZA PANTALEÃO/OBRA LITERÁRIA disse...

Um poder solitário, acabou! Todo o meu afeto!!!

Bandys disse...

Obrigado pela visita!

O poder quase sempre vem com tragedias.
beijos

clean and clean disse...

Adriano, trabalho admirável.
Parabéns!

vimaguin disse...

...taí uma prova de que nem tudo que reluz é ouro, como bem diz o ditado...rss

Sinfonia Imortal disse...

UM TEXTO PARA PENSAR...

Sim eu digo disse...

Adriano
Tás famoso
hein?

VANUZA PANTALEÃO/OBRA LITERÁRIA disse...

Obrigada pela presença e um bom domingo, Adriano!

Mello disse...

Os romanos eram assim o poder assumia-se pela força da brutalidade, da matança. Júlio César ainda hoje é lembrado, Brutus já não! Não está aqui o poder do grande Imperador Romano. Ficou na História!

Quanto ao destino, ninguém consegue controlá-lo... pense nisso!?

Beijinhos,

Graça Mello